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Do resgate à reconstrução; a atuação da Porto nas enchentes do RS

Mais de 1.800 atendimentos e uma força-tarefa nacional marcaram a resposta às inundações



Geral
22 de novembro de 2024

Por Andréia Pires
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Mais de 1.800 atendimentos e uma força-tarefa nacional marcaram a resposta às inundações

Durante o evento Conexão Corretor da Porto, realizado recentemente no Rio Grande do Sul, foi destacada a atuação da companhia frente à cheia histórica que assolou o estado em maio de 2024. O gerente da Sucursal RS, Edgar Anuseck, e o diretor executivo Marcelo Sebastião compartilharam detalhes da operação que envolveu logística, solidariedade e inovação para atender a população afetada.

Uma resposta rápida e abrangente

Logo após o início das enchentes, no dia 8 de maio, a Porto instituiu um comitê de crise que reportava diretamente à diretoria executiva, coordenando uma operação especial de grande magnitude. No dia 12, chegaram ao estado cerca de 150 prestadores de serviços, vindos de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Eles atuaram tanto no segmento automotivo quanto no residencial, realizando remoção de veículos, manutenção elétrica e hidráulica e reparos em eletrodomésticos essenciais da chamada linha branca.

Ao todo, a operação resultou na remoção de 3.200 veículos e em 1.800 atendimentos a clientes e moradores afetados. Além disso, os prestadores contribuíram com ações humanitárias, como a distribuição de marmitas, apoio à montagem de um hospital de campanha e a criação de alojamentos para animais.

Inovação no atendimento

A Porto também inovou no suporte aos clientes. Foi implementado um posto avançado de sinistros na sucursal em Porto Alegre, permitindo a liquidação imediata de sinistros. Além disso, a companhia adotou a indenização integral com base no termo de quitação, simplificando os processos e oferecendo respostas rápidas mesmo diante do fechamento de órgãos públicos, como o Detran.

Solidariedade em ação

O envolvimento da Porto não se limitou aos serviços contratados. Doações do Instituto Porto, de voluntários e da própria equipe reforçaram os esforços no estado. Em meio à crise, prestadores e colaboradores receberam apoio psicológico, considerando o impacto emocional causado pelas condições extremas enfrentadas.

Compromisso e legado

Em sua fala, o diretor de serviços, Marcelo Sebastião destacou a relevância dessa operação: "Foi um momento crítico e desafiador para a região, e confesso que não havíamos lidado com uma crise dessa magnitude antes. Nosso propósito de ser um ‘Porto Seguro’ para as pessoas e seus sonhos guiou todas as nossas decisões".

Já Edgar Anuseck, fazendo uso da palavra, reforçou o impacto das ações da companhia no RS: "Ligamos para corretores que perderam tudo, oferecendo o essencial, como notebooks, para que pudessem retomar suas atividades."

As operações foram encerradas oficialmente em 20 de junho, após 46 dias intensos de trabalho. A bandeira do Rio Grande do Sul, fixada na entrada da sucursal durante esse período, simbolizou o compromisso da marca em apoiar não apenas seus clientes, mas toda a comunidade.

Homenagem a quem esteve na linha de frente

Entre os destaques da operação, o prestador Tiago Dionísio, atuante na empresa como "moto enchente", recebeu uma homenagem especial por sua dedicação. O trabalhador, que atuou na linha de frente em Porto Alegre e Região Metropolitana, destacou-se ao aplicar conhecimentos adquiridos com equipes de São Paulo, enfrentando as condições mais adversas para levar assistência aos moradores atingidos. Seu esforço tornou-se símbolo do comprometimento e resiliência que marcaram a atuação da Porto no estado.



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