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Seguradoras lideram adoção de low-code, mercado que deve explodir para US$ 264 bi até 2032

Plataformas que prometem desenvolver software em semanas entregam ROI de 188% em seis meses; setor de segu ...



Geral
10 de fevereiro de 2026

Por Deyel
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Pressionadas por sistemas legados, longos ciclos de desenvolvimento e pela necessidade de lançar produtos com mais rapidez, as seguradoras vêm liderando a adoção de plataformas low-code no Brasil e no mundo. O movimento acompanha a explosão de um mercado que deve sair de US$ 28,75 bilhões em 2024 para US$ 264 bilhões até 2032, segundo o Fortune Business Insights, e reflete uma mudança estrutural na forma como o setor responde a demandas de negócio, tecnologia e regulação.

Mais do que acelerar entregas, o low-code tem sido usado pelas seguradoras como uma forma de destravar a modernização sem interromper operações críticas. Segundo a Gartner, até o fim de 2026, entre 70% e 75% das novas aplicações corporativas serão desenvolvidas com low-code ou no-code, em 2020, eram menos de 25%. "O que impulsiona esse mercado não é só a promessa de velocidade. É a necessidade de transformar demandas do negócio em software com menos fricção", afirma Paulo Cacciari, head da Deyel, plataforma low-code criada pela Optaris. "Hoje, as empresas precisam modernizar sistemas e lançar novas aplicações sem travar a operação. O low-code reduz o tempo entre a ideia e a execução."

ROI de 188% acelera decisões de compra

Se a velocidade atrai, o retorno financeiro fecha negócio. Segundo a Forrester, iniciativas baseadas em low-code apresentam ROI de 188% em menos de seis meses. Em ambientes corporativos pressionados por eficiência e cortes, isso transformou a tecnologia em prioridade estratégica.

"A discussão deixa de ser restrita ao time de TI e passa a envolver lideranças de negócio, que começam a olhar para o desenvolvimento como parte direta da estratégia de eficiência e competitividade", explica Cacciari.

O timing não é casual. Com sistemas legados convivendo com aplicações modernas, empresas buscam alternativas que facilitem integrações e ajustes frequentes sem depender de ciclos longos de desenvolvimento. Nesse cenário, plataformas low-code funcionam como camada de adaptação entre ambientes díspares.

O volume está em adaptar, não criar do zero

Segundo Cacciari, grande parte da demanda atual não envolve criar aplicações do zero, mas adaptar fluxos, regras e processos já em operação. "Hoje, o desafio está em conseguir mudar rápido. Quando cada ajuste vira um projeto, a empresa perde agilidade. O low-code permite encurtar esses ciclos e responder com mais velocidade às mudanças do negócio."

A Deyel, que reduz em até 80% os custos de desenvolvimento e acelera em até quatro vezes o tempo de entrega, está presente em oito países e oferece flexibilidade para empresas que buscam lançar produtos digitais ou modernizar sistemas legados.

"A tendência indica que o desenvolvimento tradicional não desaparece, mas passa a ser exceção. O padrão, cada vez mais, será construir, ajustar e escalar aplicações com menos código", conclui Cacciari. 





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