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Depreciação em Seguros Empresariais - Conceitos e Impactos na Indenização

A compreensão adequada dos critérios de depreciação aplicados nos seguros empresariais é fundamental para ...



Geral
7 de maio de 2026

Por Sincor-SC
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A compreensão adequada dos critérios de depreciação aplicados nos seguros empresariais é fundamental para garantir a correta orientação aos clientes e evitar divergências no momento da regulação de sinistros.

Nos seguros patrimoniais empresariais, a depreciação corresponde à redução do valor de bens em função do uso, desgaste natural, obsolescência ou tempo de vida útil. Esse conceito impacta diretamente o cálculo das indenizações, especialmente quando a apólice não prevê condições específicas de reposição.

De forma geral, destacam-se dois principais critérios aplicáveis:

1. Valor Atual (VA)

Neste modelo, a indenização considera o valor do bem no momento do sinistro, já deduzida a depreciação. Ou seja, leva-se em conta o estado de conservação e a idade do bem.

Esse critério pode resultar em indenizações inferiores ao custo de reposição por um bem novo, sendo essencial que o segurado esteja ciente dessa condição no momento da contratação.

2. Valor de Novo (VN)

Quando contratado, este critério garante a reposição do bem por outro novo, sem aplicação de depreciação, desde que respeitadas as condições contratuais da apólice.

Geralmente, exige que a reposição ocorra dentro de um prazo determinado e que o segurado efetivamente substitua o bem sinistrado.

Pontos de Atenção Importantes:

  • A depreciação é aplicada principalmente em bens como máquinas, equipamentos, mobiliário e instalações.
  • A ausência de cláusula de Valor de Novo pode gerar frustração do segurado no momento do sinistro.
  • Diferenças entre valor segurado e valor real do bem (subseguro) podem agravar ainda mais a redução da indenização.
  • Cada seguradora pode adotar critérios próprios de cálculo de depreciação, respeitando suas condições gerais e especiais.

Papel do Corretor

O corretor de seguros exerce papel essencial na orientação técnica ao cliente, devendo:

  • Esclarecer os critérios de indenização no momento da contratação;
  • Avaliar a necessidade de contratação de cobertura a Valor de Novo;
  • Auxiliar na correta definição do valor segurado;
  • Reduzir riscos de conflitos e insatisfação em eventuais sinistros.

Reforçamos que uma assessoria qualificada e transparente contribui diretamente para a valorização da atividade profissional e para o fortalecimento do mercado segurador catarinense.





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