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De pai para filha: Shirlei Tormena e os 35 anos no mercado de seguros

A corretora de Brusque começou a trabalhar com o pai aos 12 anos de idade.



Conteúdo Exclusivo 🏅
13 de outubro de 2026

Por Eduarda Prawucki | Seguro Catarinense
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Aos 12 anos, enquanto estudava pela manhã, Shirlei Tormena passava as tardes no escritório da corretora de seguros do pai, em Brusque (SC). Atendia telefonemas e ajudava a manter a rotina da corretora enquanto ele saía para visitar clientes e prospectar novos negócios. O que começou como uma forma de ajudar a família se transformou em uma profissão que, 35 anos depois, ela afirma não trocar por nenhuma outra.

Hoje, aos 47 anos, Shirlei se orgulha de se apresentar como corretora de seguros, mesmo tendo formação em Economia e Direito e também atuando como advogada. Para ela, a corretagem vai muito além de uma atividade profissional: é uma paixão que cresceu junto com a própria história.

Parte desse vínculo nasceu ainda nos primeiros anos de trabalho, quando as cotações eram feitas manualmente. A afinidade com os números e a matemática fez com que ela se interessasse cada vez mais pela atividade. Desde a primeira apólice, permaneceu na corretora e acompanhou as transformações do mercado.

Ao longo de mais de três décadas, Shirlei entendeu que o trabalho do corretor não se resume à contratação de uma apólice. A atuação ganha ainda mais importância quando clientes enfrentam situações delicadas, como a perda de um familiar, danos ao patrimônio ou incêndios de grandes proporções.

“Quando a situação está crítica, em um falecimento ou em um sinistro de grandes proporções, a gente vê o chão dessas pessoas sair. E você está ali do lado delas, dando apoio. Quando consegue restabelecer uma empresa para que continue suas atividades ou levar um alento a uma família por meio de uma indenização de seguro de vida, isso realmente não tem preço”, afirma.

Para Shirlei, o corretor representa uma referência de confiança nessas horas. Mais do que apresentar uma solução, o profissional acompanha o cliente durante o processo e ajuda a transformar a promessa de proteção em amparo concreto.

“Por mais dificuldades que a gente encontre no caminho, é preciso olhar para frente e focar na solução, nunca no problema, porque todo problema tem solução. Com seriedade e comprometimento, você consegue entregar o melhor trabalho para o seu cliente”, aconselha.

Para ela, há três profissionais fundamentais para manter um negócio saudável: o contador, o advogado e o corretor de seguros. Cada um contribui de uma maneira para a continuidade das atividades e a proteção do patrimônio.

A corretora também vive uma nova etapa da história iniciada pelo pai. Além de Shirlei e do fundador, o irmão e o marido dela também estão à frente dos negócios, mantendo a participação da família na condução da empresa.

A continuidade familiar ganha ainda mais significado com a chegada de uma nova geração. O filho de Shirlei, de 19 anos, também passou a trabalhar na corretora por iniciativa própria. Segundo ela, a decisão partiu do jovem, sem imposição dos pais. Ao acompanhar a atuação da família no mercado de seguros, ele também passou a compreender a importância da profissão para a proteção de pessoas e empresas.





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